Quem somos?

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Brenno Furrier
David Amorim
MM
Rainha Frágil
Tatiana Hilux

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Festa Feliz Inversário

(INVERSÁRIO)

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Sábado, o dia da festa dos aniversariantes do mês de fevereiro e março começou mas ainda é de manhã. Preciso ir trabalhar e a Zy ir a faculdade, Uni chegou em nossa casa na noite anterior mas permanece dormindo enquanto saímos de casa.

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(Imagem meramente ilustrativa retirada da série de TV “Eu tu e ela”)

Deixo a Zy na faculdade enquanto vou pro trabalho, nossa amiga Domme W pede carona pra festa. Combinamos que todos iam se preparar para a festa na minha casa. Zy sai da faculdade por volta de meio dia e pega um uber para ir pra casa enquanto ainda to no
trabalho (o que ela e a Uni fizeram enquanto eu estava no trabalho, eu não sei).

Já terminando o expediente fui pegar o bolo de aniversario e deixei na casa da Rainha Frágil. Encontrei a Shalla e a Rainha frágil ajeitando a decoração da festa. Conversamos um pouco e elas perguntam com que roupa eu iria para a festa. Elas dizem que eu tenho que ir de menininha, eu sorrio. Na verdade, Zy ainda vai decidir. Dali vou buscar a Sra. Domme W. Aviso que com certeza nos atrasaremos! São 3 mulheres se aprontando. Elas brincam falando que poderiam ser “4 mulheres”rsrsrs.

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Imagem meramente ilustrativa retirada da internet)
(pensamentos da Shalla e rainha frágil)

Voltando vou me comunicando com a Zy e a Domme W, digo que já to saindo da casa da Rainha Frágil e to chegando pra buscar a Domme W, Zy fala “ta certo, to transando, aviso logo”, encontro a Domme W e vou para casa. A casa está escura. Uni e Zy estão em nosso quarto. Mostro a casa para a Domme W pois ela nunca tinha ido em nossa casa.

Passando por nosso quarto escuto os gemido das duas (eu tinha demorando um pouco pra chegar mais as duas ainda estavam trasando). Fiquei vermelho e tentei continuar mostrando a casa, fiz um pouco de barulho pra mostrar que tínhamos chegado mas tudo que ouvi em resposta foram risadas de deboche. Elas não se importavam que eu tinha chegado e muito menos que a minha amiga está ali, escutando meu chifre ser consumado pelos gemidos vindo do quarto.

Depois de ter mostrado toda a casa (menos um dos quartos pois estava trancado com Zy e a Uni que estavam transando) Domme W se instalou pela sala conversando no celular e de vez em quando fazendo hora com minha cara. Eu não resisti e fui ouvir de trás da porta ,(o que só dava mais motivos pra Domme W rir de mim)

Escutava mais e mais gemidos vindo do outro lado da porta mas não podia ver nada, a porta estava trancada. Não poderia entrar… Só ouvir!

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(Imagem meramente ilustrativa retirada da internet)

Tentava me distrair e me afastar da porta mas sempre acabava voltando pra ouvir mais gemidos. Elas estavam la dentro gozando e eu não tinha permissão pra gozar a mais de 40 dias. Meu saco estava muito maior que meu pau trancado no cinto de castidade, ele já tinha escorrido algumas vezes por estar tanto tempo trancado mas o acordo é que eu só receberia minha permissão pra gozar depois dos 60 dias trancado.

Mais uma vez me afastei da porta pra tentar me distrair só pra Domme W fazer mais hora comigo até que finalmente as duas saem do quarto, eu olho pra Zy com olhar pidão dizendo baixinho que quero gozar também só pra ela me lembrar de que ainda não posso, e olhando pra Uni vejo a cara de adora comer minha mulher enquanto eu to sofrendo.

Conversamos um pouco, merendamos e fomos nos arrumar para a festa. Como eu tinha previsto: três mulheres em casa para tomar banho, se maquiar e se vestir iria demorar e iriamos chegar tarde na nossa própria festa de aniversario, (tá também demorei no banheiro pois não sabia com que roupa a Zy iria me mandar ir para a festa, então, era melhor me prevenir me depilando).

Zy me expulsa do banheiro entrando no meu lugar me deixando pelado no quarto. eu pego uma toalha pra me cobrir e saio do quarto pra poder ir pro outro banheiro, Domme W tinha acabado de sair do banho. Enquanto eu tava conversando com a Uni esperando minha vez de voltar pro banho, ela não pode deixar de reparar na gilete rosa na minha mão pra terminar de me depilar e rir novamente da minha cara (isso porque é minha amiga… Imaginem se não fosse!)

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Todas prontas e atrasadas, acabou que eu tive a liberdade de escolher como me
vestir. Pelo atraso me vesti normal e corremos para a festa.

Chegando na festa todos os convidados já tinha chegado, fomos dando boa noite a todos e
recebendo os parabéns de alguns, encontramos logo o cozinheiro favorito de todos na festa com o penteado novo se orgulhando de seus cachos rsrsrs, fomos para parte de trás da casa da Rainha Frágil onde costumamos fazer um bate papo ou pegar um vento) encontramos mais convidados (não vou entrar em detalhe de todos pois são muitas pessoas, das festas anteriores e pessoas que foram a
primeira vez também, então seria um livro pra falar de cada uma…)

Zy diz logo: “cade a coleira? espero que não tenha esquecido se não vai voltar pra casa só pra pegar!” Eu procuro a coleira preocupado pois quase não acho nos meus bolsos. Mas finalmente acho e entrego a ela que diz: “anda vamos botar logo no seu cinto” eu me assusto e digo “Assim? Já? Agora? Por meu pau pra fora?” e ela “sim, anda logo!” e as três adorando a brincadeira. “hahaha, levar pra passear, chama a Rainha frágil! CHAMA!”.

Rainha Frágil chegou,olhou e adorou. Foi logo nos puxando dizendo que tinham que me levar pra passear entre os convidados. Meu pau ficou menor do que já era dentro do cinto de castidade. Era mini! Só dava pra ver o saco de tão mini que era o cinto, e meu pinto tinha ficado menor ainda.

Zy me puxando pelo cinto usando a guia da coleira, vez ou outra puxando mais forte deixando uma dor nas bolas pra continuar andando.

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(Imagem meramente ilustrativa retirada da internet)

Depois de ter feito o tour entre os convidados fui me acostumando mais e, num misto de vergonha e excitação, volta a preencher o cinto de castidade. Meu pinto inchava que deixava meu pinto inchadinho entre as grades.

Shalla adorou a ideia da coleira de castidade. Ela esperava eu ir de menininha pra festa mas se surpreendeu com a ideia.

Logo depois a Rainha frágil reuniu todos pra se apresentar e os novos
convidados conhecer todos e falar sobre a festa e os cuidados.

Depois fomos cantar os parabéns, eu esperava que a Zy e o Stark ficassem perto da mesa do bolo pois eram os aniversariantes de março, mas Stark ficou tirando fotos e a Zy me botou pra mais próximo do bolo pra me exibir mais aproveitando que todos estavam reunidos, terminado os parabéns Zy partiu o bolo pra todos e algumas pessoas já começaram algumas brincadeiras…

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(Imagem real)

Uni encontrou logo alguém pra usar sua vela e fazer algumas cenas de spank enquanto a Zy ficava com um pouco de ciúmes mas eu estava la com ela. Domme W some como em toda festa conversando com todos. É sempre assim: quando você a encontra ela tá recebendo massagem nos pés de alguém ou pisando em alguém. Há sempre muitos escravos disponíveis para ser tapete ou fazer uma massagem…

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(Imagem real)

Eu e Zy também fomos brincar, Uni chega com a vela e elas me levam para uma cadeira Zy manda eu tirar a calça e eu obedeço tentando não olhar em minha volta pra ver quem estava olhando (no caso todos, não sei rsrsrs), terminando de ficar com a parte de baixo pelada, que antes só o cinto de castidade estava a amostra, Uni dá a vela pra Zy que começa a derramar na parte interna das minhas coxas que é uma área bem sensível, primeiro gotejando depois acumulava e derramava um fio de cera me fazendo gemer mais era só o começo.

Ela esperou juntar mais cera quente, puxou o cinto para cima deixando o meu saco mais amostra, jogou a cera quente nele, me fazendo gemer mais ainda, acho que ela esperava fazer ovos cozidos, mas não só ovos ela também se divertia jogando cera quente entre as grades do cinto de castidade pegando na cabeça do meu pau que tentava empurrar as grades do cinto, aquela cera quente sendo jogado na pele fina da cabeça do meu pau enquanto as duas se divertiam comentando que ele tentava ficar duro dentro do cinto…

Mas cozinhar meus ovos e pinto não era o bastante ainda.

Zy pegou uma espatula de madeira pra fazer ovos mexidos, bateu um pouco na parte interna da minha coxa pra me fazer abrir mais as pernas e logo depois começou a bater nas minhas bolas com a espatula de madeira, minhas bolas estavam carregadas e sensíveis por estar trancado sem permissão pra gozar a mais de 40 dias, eu gemia cada vez mais alto tentando não gritar uma dor que subia pra barriga, só homens podem entender, elas se divertiam a Zy batendo enquanto a Uni observava de perto sentindo prazer em assistir meu sofrimento doloroso mas ao mesmo tempo prazeroso.

Doía bastante, era difícil mas também queria continuar pois também dava prazer, era um prazer que eu não conseguia ter facilmente por causa do cinto, mais era um prazer que queria continuar sentindo mesmo que esse prazer viesse com dor.

Eu tremia de dor e prazer, enquanto as pessoas assistiam a nossa volta e eu já não ligava pra quem estivesse olhando estava concentrado naquele momento me tremendo a cada batida, e Uni que estava observando bem de perto, se afastou disse que eu não gozasse em cima dela observando como se eu fosse gozar a qualquer momento e ameaçou caso eu o fizesse.

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Procurei algo para limpar a sujeira que tínhamos feito mais Roger veio de empregadinha a mando da Rainha frágil para limpar os restos de vela se colocando de quatro para fazer a limpeza.

Satisfeita, Zy perguntou se eu estava bem, eu disse que sim. Passei um tempinho pra me recuperar. A Uni embora já tivesse usado seu lado dominadora na festa chicoteando outra mais cedo e despejando sua vela, agora ela estava querendo mesmo era os “carinhos” da Zy.

Fomos para a sala e lá em um dos equipamentos Uni ficou de quatro botando o bundão pra cima enquanto a Zy acariciava e dava uns tapas no bundão, depois dos tapas ela pegou a espatula que antes tava batendo em mim pra bater nela a cada batida um gemido, de vez em quando parando e ajeitando o cabelo dela a beijando, sensualizando todos que estavam a volta e logo voltando a mais batidas, Uni fazia cara de dor e prazer que só de olhar dava pra ver o pensamento dela falando “isso mais forte me fode gostosa, isso assim me bate mais!” (serio ela não falava isso só gemia mais dava pra ver na cara dela que era isso que ela tava pensando).

Depois convencemos a Zy de que era a vez dela de se exibir um pouco e botar o rabão pra quem tivesse na sala ver, ela tirou a calcinha e me entregou dei aquela cheirada gostosa e guardei com carinho, ela empinou a bunda se apoiando no sofá e a Uni pegou a vela e começou a pingar naquele rabão delicia fiquei tirando fotos da arte abstrata que se formava naquele bundão ou seria um teste de rorschach? Não sei “posso estar louco” rsrsrsrs, eu e domme W discutíamos sobre isso o que sera que ela enxergava? rsrsrs.

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(imagem real)

Mais uma vez em busca de limpar os restos de vela roger aparece de novo mais uma vez se abaixando para limpar tudo…

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Falando em arte abstrata Stark tinha parado de tirar fotos e agora stava “pitando um quadro” com sua régua batendo na bunda de sua peça como quem pinta um quadro de arte… Ele batia com a régua e observava o efeito que produzia para depois repetir o processo (acho que como um pintor de um quadro ele pensava… “falta mais vermelho”).

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Rainha frágil prende Roger em um dos aparelhos da sala para emprestar a bunda dele para spank onde 4 pessoas se revesavam para bater na bunda dele…

Domme W se divertia pisando com o salto em um sub e Vampirella pisando em seu sub.

Esta tarde, algumas pessoas já foram embora mais cedo e agora eu e Zy estávamos com muito sono era nosso fim de festa, já estava na hora de irmos, chamamos Domme W para irmos nos despedimos das pessoas que ficaram e nos 4 fomos embora.

FIM.

Veja também o blog da rainha frágil que essa festa só foi possível graças a ela https://fragilreino.com

Dicas na hora de comprar um cinto de castidade

Sempre vejo gente que quer comprar um cinto de castidade masculino se perguntando qual cinto comprar, se é seguro e qual escolher entre tantos modelos…

Dica 0) se você é iniciante ou só quer testar eu recomendo começar pelo cb-6000 ou cb-6000s. (dependendo do tamanho do seu pau, se for pequeno ou médio recomendo o cd-6000s ele pode parecer pequeno mais da conta de tamanhos de 16cm pra baixo quando estão em repouso).

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Ele vem com vários anéis e espaçadores pra você ver como melhor se adapta a ao eu pênis e da pra você aprender muito com eles além deles serem baratos (Mais não vai dar pra usar ele por períodos longos a menos que faça uma modificação, que ficara pra outro dia).

Mais se você escolher um cinto pra usar por longos períodos como uso 24/7, não recomendo cintos de acrílico ou silicone…

1) Não compre dispositivos de plástico baratos ou materiais flexíveis! O único dispositivo de plástico que conheço que não vai quebrar fácil são os da série CB e Holytrainers (e mesmo assim quebram).

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Sem falar que os de silicone são flexíveis então não são seguros e também esquentam bastante em e causam assaduras quando passam muito tempo em contato com a pele. (E vai valer muito a pena pagar mais caro em um cinto de aço).

2) Não compre dispositivos que possam beliscar a sua pele…

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A pele fica presa e fica sendo beliscada então acaba ferindo a pele tornando impossível de usar o cinto.

3) Não compre gaiolas com cadeado.

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Uma tranca embutida é melhor não faz barulho e mais segura contra manipulação do cadeado.

4) Não compre um cinto que o anel fiquei muito distante da gaiola.

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Anéis que ficam distante da gaiola são fáceis de burlar e escapar.

5) agora que já aprendeu como deve olhar os detalhes para escolher o cinto só falta em fim ele.

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Algumas pessoas preferem o cinto mais fechado pois a gaiola que mostra muita pele com as ereções deixa a pele inchada e pode machucar, mais por outro lado é mais fácil de limpar mesmo com ele trancado.

Estudo em roxo (inicio do trisal 5ª parte)

O domingo e último dia da Uni na nossa casa chegou,
passamos um dia normal, conversando os 3, vendo vídeos,
comendo e etc. Mas não tão normal assim, já que a tarde, enquanto
estávamos na cama olhando algumas coisas no pc (nada de
mais, preço de celulares etc) um beijo levou a outro que
levou a outro de repente o pc já estava desligado e eu e
a Uni já estávamos pegando a Zy, como no dia anterior,
mas dessa vez Uni vestiu a cinta dela com a “Pryscillah”
e começou a comer a Zy.

ROXO 01

Ela gemia e tava bem lubrificada. Eu não sabia se teria a
sorte de ontem, então não entrei tanto na brincadeira das
duas e olhei mais do que participei. Estava com medo de
levar outro “isso não é pra você!” e fiz bem, pois depois
de um dos vários orgasmos da Zy começamos a brincar com o
rabbit (o rotativo) e dessa vez eu estava controlando.

Botei a Zy de quatro enquanto brincava com o rabbit e
disse pra Uni: _Você não disse que gostou de ver a Zy
gozar de quatro ontem, que eu precisava ter visto, que
tinha que ter filmado? Pois aproveita e filma agora. Ela
filmou!

Dessa vez foi a Zy que ficou envergonhada, mas ela não
conseguia parar de rebolar pro nosso brinquedinho, gemia
e eu fodia mais e mais, sua buceta tão molhada que dava
pra escutar o quanto ela tava molhadinha. Eu fodia com
nosso brinquedinho e ela gemia e gozava envergonhada,
enquanto tava sendo filmada pela Uni, mas não conseguia
parar. Ela fazia o movimento de vai e vem sozinha
enquanto tinha vários orgasmos, até que caiu exausta na
cama com alguns espasmos.

ROXO 03

Ficamos abraçado os 3 por uns minutos. Então entreguei o
rabbit pra Uni e disse:
_Tua vez rsrsrs.

Uni então botou a Zy de quatro novamente e começou a usar
o rabbit nela que gemia mesmo tendo gozado a pouco tempo.
Uni botou na potência máxima do vibro. O coelhinho do
rabbit, que ficava pegando no clitóris da Zy, vibrava as
orelhinhas loucamente enquanto a Zy gemia e gritava de
prazer, as pernas tremiam e a cama já estava molhada de
gozo. Zy não sabia quantas vezes tinha gozado, gemia e se
contorcia até que a Uni parou e deixou ela respirar.

Zy quis se vingar, teve a ideia de me amarrar e pediu
ajuda pra Uni. Amarraram meu pau e minhas penas de forma
que se eu mexesse minhas penas puxava meu pau e bolas
para baixo. Já fiquei aflito porque pensei que ela ia
pegar a espátula de novo como no dia anterior. Ela foi
pra cozinha, falou alguma coisa, riu e chamou a outra,
demoraram um pouco. Não sabia o que elas tavam aprontando.
Então voltaram com 2 tirinhas de gengibre pra botar
dentro do meu pau.

ROXO 04

Primeiro botaram o menor, aquilo começou a pinicar, mas
era pequeno. Então pegaram o maior e molharam pra ficar
mais forte, passaram ao redor da cabeça do meu pau e
depois botaram dentro da minha uretra, foi quando começou
a arder de verdade, porque foi mais fundo e pinicar,eu lá
gemendo e meu pau pulsando e elas assistindo e de vez em
quando a Zy botava mais fundo, batia uma devagar pra
arder mais e apertava pra sair mais suco do gengibre.
Depois, não bastando isso,deixaram o gengibre la dentro
parado e pegaram essas liguinhas de cabelo, essas de
silicone,eu gelei. Zy já tinha me batido com essas ligas
antes e começaram a esticar e bater no meu pau e saco com
elas, na primeira ligada eu soltei um gritinho fino e a
Uni disse;
_ai que delicia!

ROXO 05

Elas gargalhavam e davam mais ligadas no meu pau e saco,
eu me contorcia, dava gritinhos,mordia o lençol e me
tremia de dor enquanto elas gargalhavam e faziam hora com
meu pinto.

Riam e se deliciavam com meu sofrimento,se divertiam e
gargalhavam. Elas estavam maravilhosamente sádicas nunca vi
a Zy tão sádica e gostosa e aquelas ligas ardiam tanto
que eu me tremia de dor e elas adoravam. Então a Zy deu
permissão pra Uni pegar no meu pau e toda vez que eu ia
ficando menor elas não deixavam, torturavam mais e a Uni
tocava uma em mim e elas ficavam falando que eu
gostava,mesmo com toda quela dor porque sempre voltava a
ficar duro.

Chegou uma hora que a Uni ficou batendo uma em min,a Zy
me dando ligadas e ela aproveitou e botou a liga em volta
das minhas bolas e ficou puxando e soltando com uma mão e
com a outra me masturbava. As duas cordenaram as ligadas
uma depois outra e depois a outra bem rápido eu me tremia
de dor até que eu gozei… Gozei de prazer e de dor, gozei muito.

Depois tivemos que tomar banho e deixar a Uni num local
pra poder voltar para casa.

Eu fiquei com marcas roxas no meu pau e saco das
lembranças que duraram dias para passar.

Cada um de nós adorou a experiência desse fim de semana.
Zy adorou não ter ciúmes de outra mulher, mesmo porque a
Uni tava la pela Zy e foi tudo muito novo pros 3… Foi
todo um fim de semana novo pra cada um de nós.

fim.

Pegando fogo (inicio do trisal 4ª parte)

Naquele sábado Uni mostrou como faz as velas e eu fui
tomar banho.

Depois a Uni foi pro banho dela e finalmente fiquei só com a Zy na cama, o clima esquentou um pouco e ela se animou, pegava minhas bolas e apertava. Baixei um pouco o calção e ela foi intensificando o CBT, batia, puxava, até que ela pegou a espátula de madeira (essas de cozinha) e começou a bater nas minhas bolas.

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Uni saiu do banho nessa hora e ficou assistindo e adorando meu sofrimento, vendo a Zy me torturar. Ela batia, eu gemia e me contorcia de dor, mordia e apertava o lençol tentando abafar os gemidos agonizantes e enquanto a outra só atirava lenha na fogueira falando com a Zy:
_olha ele ainda tá duro
_é ele fica duro
_ele gosta, já que tá duro

Zy pegou meu saco, fechou a mão em volta, puxou e com a outra mão ficou batendo com a espátula. Agora, além da dor da batida ainda ardia com cada tapa da espátula na pele do saco esticada. Eu gemia mais, gritava mais,
mordia mais o lençol pra aguentar e abafar o som.
Meu
saco tava vermelho e quente, mas elas resolveram esquentar mais…

Acenderam a vela e esperaram derreter enquanto a Zy me batia mais, quando a vela estava pronta Uni falou a distância pra usar a vela e a Zy derramou a cera quente nas minhas bolas. A área já estava vermelha e sensível e agora parecia que eu estava levando uma surra liquida no saco, se é que isso era possível.

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Ardia como as batidas da espátula, só que mais intenso, mas sem a dor da pancada e, mesmo sem essa dor, a cera quente doía bastante. Zy amou os gemidos e a vela, brincou um tempo, tirou a cera endurecida e jogou de novo, Uni que não aguentava mais ficar só assistindo, começou a revezar com a Zy, Jogava nas áreas que a Zy ainda não tinha jogado. Eu só me tremia gemendo em cada fio de cera quente derramada.

Depois tiramos a cera e fui tomar mais um banho pra tirar o resto da vela. Foi quando Zy disse pra eu pôr o plug porque ia me comer na frente da Uni ainda, Com muita vergonha botei, enquanto a Uni falava pra me deixar mais
constrangido.
_Mas já!?
E a Zy respondeu:
_Eh, já tá acostumado rsrs e como sou boazinha vou deixar você escolher com qual pau eu vou te comer.

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E pra piorar tudo eu ainda tinha que ter a vergonha de escolher o pau que ia me comer! Eu tentei usar a razão e escolhi o mais grosso de 23,2 x 7,5cm (apelidado pela Uni de Ofensa) porque do jeito que ela tava sádica e animada
aquela noite, se eu fosse escolher o maior porém mais fino (34cm) ela faria ele sair pela minha boca!

A Zy foi tomar banho e disse para ajeitar a cinta pra ela e junto com a Uni aprontamos a cinta com a “Ofensa”. Nesse meio tempo, o plug ficava batendo na minha próstata e eu ficava perto de gozar. Zy saiu do banho vestiu a
cinta e disse pra eu passar o lubrificante nela, mais um momento de constrangimento: eu preparando o pau que ia me comer.

Fiquei de 4 na cama, ela retirou o plug e começou a botar a “Ofensa” dentro de mim, quando entrou a cabeça ela empurrou o restante me fazendo gemer forte. Então ela começou o movimento devagar enquanto eu gemia todo
envergonhado na frente da Uni, que observava tudo se deliciando mais.

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Não tinha como não gemer, aquele pau era muito grande e grosso e eu estava la, de quatro, desprotegido e humilhado, sendo fodido e gemendo feito
uma putinha.

Zy ia aumentando a velocidade e a força e eu gemia cada vez mais. Uni começou a beijar a Zy e ficaram la se beijando enquanto a Zy me comia de quatro com força segurando no meu quadril até que veio um orgasmo da
próstata e fiquei ali deitado, tendo espasmos, enquanto a Zy e a Uni já estavam em outra, se beijando e se pegando.

Uni deitou a Zy e a masturbava, beijava enquanto fui me recuperando, assistindo as duas. eu fui fazer parte e beijei a Zy, lambi seus seios enquanto Uni a beijava e masturbava. Zy estava em êxtase com nos 2 dando prazer a
ela e estávamos bem sincronizados, nós chupávamos, os seus seios, um de cada lado, depois um masturbava enquanto outro a beijava, lambia sua buceta toda molhada de excitação enquanto o outro a beijava e apertava seus seios. Ela gozou várias vezes, mas o fogo dela é grande ela queria mais e tava adorando que tivesse dois pra apagar esse fogo, ela gemia, tentava abafar os gemidos,
iriamos acordar a vizinhança toda, mas quem ligava? A Zy tava tendo orgasmos múltiplos enquanto a Uni ficava maravilhada com a quantidade de vezes que a Zy conseguia gozar e eu não precisa nem falar, adoro ouvir os gemidos dela e ver seus orgasmos.

Já estava tarde e fomos dormir bem cansados, dessa vez eu fui para a rede enquanto elas foram dormir abraçadas na nossa cama.

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Peguei logo no sono e sonhei que finalmente a Zy deixava eu entrar nela, depois de um bom tempo e só o fato de ter meu pau dentro dela a fazia gemer e gozar, sem eu fazer esforço nenhum.

Ela gemia muito e eu tava muito foda, com poucos movimentos ela gozava de novo e de novo, então eu fui acordando e percebi que ainda escutava
os gemidos, acordei e vi que na verdade era a Uni gozando enquanto a Zy chupava ela. Tentei voltar a dormir.

continua…

sextou (inicio do trisal 3ª parte)

Estudo em roxo parte 3
Zy e Uni ainda se falavam bastante no whatsapp, diziam
que estavam com saudades uma da outra então Zy marcou um
fim de semana la em casa. Perguntou se estava tudo bem,
eu disse que sim, que elas iam aproveitar bastante no
sábado, pois ficariam sozinhas em casa enquanto eu trabalharia.

Tudo marcado, os dias iam passando e a ansiedade delas
aumentando. Uni perguntou o que poderia levar de
‘brinquedos’. Zy queria ver tudo que ela tinha e ela
falou que ia fazer uma vela especial só pra derramar na
Zy.

Sexta chegou, muita coisa aconteceu até a noite e o
momento em que fomos pegar a Uni (tipo muita coisa mesmo,
até uma batida de carro, perseguição policial na nossa frente
e etc. mas isso não vem ao caso, enfim, vou pular a parte
“cotidiana”).

estudo 01

Finalmente em casa, fizemos a apresentação dos brinquedos. Ela disse
que escolheu e trouxe os melhores pra dor, mostrou o
flogger colorido que ela mesma tinha feito, um cane
também produzido por ela, a vela e a “Prycillah” (nome
carinhoso do pinto de borracha dela, de escrita muito
peculiar).

Mostramos nossa coleção de próteses também,
desde um de 13 ou 14cm que era o menorzinho e mais 5 que
iam crescendo até os maiores que a Zy usa pra me comer
de 34cm.

estudo 02

Ela pegou um dos pintos grandes e pelo tamanho,
grossura e peso dele ela apelidou de “Ofensa” porque
aquilo não era um pênis, era uma ofensa “deixando a
Prycillah ofendida”.

Depois das “apresentações” fui tomar meu banho enquanto
as duas ficaram conversando na sala. Depois do meu banho,
elas foram tomar banhos juntas, não sei se aprontaram lá,
mas foi demorado.

Depois do banho continuaram no quarto. Eu quase tinha
cochilado no sofá esperando as duas. Fui ver o que estava
acontecendo, escutei um barulho, fui pra janela do quarto
e ai deu pra ouvir beijos e um leve gemido, então pensei
“ok, tão se curtindo la dentro, vou pro sofá.”

Lembrei que deixei as luzes do quintal acesa, quando fui
desligar, a porta do quarto abriu e elas estavam la, como
se não tivesse ocorrido nada, como se eu não existisse.
Depois a Uni pegou a vela que tinha feito pra brincar com
a Zy enquanto eu ficava assistindo.

Ela acendeu a vela,deixou derretendo e começou
a derramar naquele bundão da Zy.

Quando derramava muita cera quente a Zy gemia e era
gostoso escutar. Depois tiramos a calcinha da Zy pra ela
poder derramar mais vela, sempre com cuidado, mas ao
mesmo tempo aos montes e ela gemia com o calor quando
fazia isso. Foi derramando bastante vela na bunda e nas
costas. Depois de acabar com a vela tiramos umas fotos
pra ficar de lembrança e ficou lindo aquele bundão cheio
de cera de vela.

estudo 03

(Uma foto em especial ficou muito linda: a bunda dela
formou um coração cheio de vela derretida.)


O que eu pude fazer esse dia foi apenas ajudar a tirar a
vela com a faca, depois a Uni foi dar banho na Zy pra
tirar o restante da vela enquanto eu só olhava.

estudo 04
Elas voltaram pra cama e começaram a se beijar e se
tocar, muitos beijos, mordidas, apertões nos seios,
chupões, gemidos e eu apenas olhando e acariciando os
seios dela. Então perguntei se poderia me masturbar
assistindo, mas Zy olhou bem seria e disse “-Não, isso
aqui não é pra você!”

Me recolhi ao meu cantinho totalmente insignificante.
(E a Uni bem que gostou do fora que levei enquanto ela
pegava minha mulher, com certeza deu mais gás a ela fazendo a Zy gozer em seus dedos).

Depois de tudo fomos dormir, pois já estava bem tarde e
eu ainda trabalharia no sábado. Uni ficou na rede ao lado
de nossa cama, foi difícil dormir, mas também já tava
tarde e muito cansado então consegui dormir finalmente.

Dia seguinte quando me levantei pra ir trabalhar a Uni
tomou meu lugar na cama pra continuar dormindo com a Zy e
só fui voltar fim da tarde. Ela contou que amou ver a Zy
gozando de quatro enquanto a masturbava com um rabbit
(vibrador rotativo completo, muito poderoso), que eu
precisava ter visto (com certeza elas passaram o dia
“brincando”).

Continua…

Sombras no carro (inicio do trisal 2ª parte)

Parte 2: sombras no carro.

Nos dias que se seguiram as duas continuaram conversando bastante pelo whatsapp. Tipo… bastante mesmo, toda hora. Zy estava grudada no celular, conversando com Uni
enquanto eu pensava: “Ok, to aqui de escanteio, mas tudo bem, uma negociação tem que bater bastante papo mesmo pra esclarecer tudo.”

Ela me avisou que as duas tinham marcado, para no último dia de prova, se encontrarem na faculdade para dar um passeio de carro mas que eu só dirigiria sem rumo.

Um dia antes do combinado nos encontramos em uma das sedes da faculdade e resolvemos comer algo. Elas ficaram conversando sobre faculdade, amigas, inimizades, provas,trabalho, tcc, etc.

churasco

Enquanto conversavam, Uni segurava a mão da Zy e eu pensei: “Opa, espera ai, aceitei esse negócio, mas ainda sou o marido dela, não vão ficar de namorico adolescente
aqui na minha frente sem que eu faça nada.” Então peguei nos cabelos da Zy enquanto acariciava suas pernas, mas ela sempre fazia eu me levantar para pedir mais alguma
coisa ou ficavam cochichando algo que eu não podia ouvir.

Depois de satisfeitos pagamos a conta e seguimos pro carro. Ao chegar no carro, pensei que era a despedida, algo como “até amanha, como combinamos”, no entanto entraram no carro e sentaram no banco de traz.

Até ali, pensei que apenas deixaria a Uni no terminal para que ela voltasse para casa. Perguntei: _ Então, pra onde?

Foi quando Zy ordenou que eu apenas dirigisse. Meu coração disparou, pensei “espera ai, não era só amanha? Não foi o combinado?” mas obedeci. Peguei a estrada e as duas já começaram a se beijar. Vi pelo retrovisor a sombra das duas naquela noite se beijando. Não dava pra ver muita coisa, apenas sombras, mas dava para perceber pelos
gemidos abafados que estavam se beijando intensamente.

Em um momento a Uni tentou ficar em cima da Zy para beijá-la melhor, foi quando fiz uma curva que quase a derrubei. Ela me xingou, mas Zy disse que estava tudo bem, que eu voltaria para a estrada, que seria uma reta pra elas aproveitarem melhor e assim eu fiz.

sombra

Estava ali dirigindo, me mantendo devagar, olhando pelo espelho, tentando ver alguma coisa, mas via apenas sombras e o som de beijos. Percebi também que já não eram beijos simples e sim amassos bem quentes, com mãos nos seios, chupões e tudo o mais e eu não poderia fazer nada além de escutar e dirigir. Uni botava a mão em meu ombro para se apoiar melhor enquanto ficava por cima da Zy, beijando, e era como se dissesse “eu to aqui pegando tua mulher”.

Ela tirou o sutiã e jogou em mim, enquanto eu via a sombra delas chupando os seios uma da outra. Mordi o sutiã de frustração, na tentativa inútil de me manter calmo. Depois de um tempo Uni chamou a atenção da Zy pelo que eu estava fazendo, ai soltei o
sutiã para que ela não brigasse e continuaram minha tortura.

Voltamos pro ponto de partida e elas se despediram, mantendo contato pelo whatsapp o tempo todo.

Como de costume, Zy perguntou se estava tudo bem, eu disse que sim, mas que aquele encontro fora do programado me pegou meio de surpresa.

No dia seguinte já estava preparado para o que vinha. A tarde recebemos a notícia que o tcc da Uni tirou nota máxima e que ela já estava com a comemoração preparada. Comentou no grupo: “ja tenho um par de seios deliciosos pra comemorar, nada melhor que um par de seios”. Zy também tinha passado no semestre da faculdade com ótimas notas e comemoraria a entrada das férias com ela, enquanto eu seria apenas o
motorista mais uma vez.

motorista

Encontramos a Uni, as duas foram pro banco de trás logo, e num instante já estavam se pegando em beijos e amassos mais vorazes que antes.

Naquele momento bateu a dúvida, se eu tinha feito a escolha certa, meu pinto sempre trancado e nem sempre com tempo pra satisfaze-la, enquanto ali no banco de trás tinha outra que parecia saber muito bem o que estava fazendo, já que apenas com amassos deixou a Zy muito excitada, pelo que vi.

Realmente, aquele dia iriam mais longe que o anterior e não deu outra: as duas já estavam sem roupa e se tocando. Mesmo sem poder ver direito, conhecia muito bem minha mulher quando tá excitada e quando goza.

Não demorou nada pra ela gozar, Uni tinha feito aquilo mais rápido do que eu conseguiria e,além de tudo, meu pau estava doendo por conta dos espinhos no meu cinto de castidade.

espinhos

Expressei minha frustração tentando parecer descontraído e a Uni respondeu numa gostosa gargalhada: “Ué? Não era essa a ideia?… Que eu fosse melhor que você?”

As duas continuaram transando no banco de trás, e Zy gozou novamente. Uni disse que estava adorando, pois a Zy não fingia orgasmo. Ela colocou seus dedos molhados com o gozo da Zy em minha boca, pra comprovar que era o cheiro e o gosto dela.

Fiquei ali cheirando e lambendo aquele gostinho que conhecia bem e meu pau doía cada vez mais, meu saco ardia, o cinto de castidade estava bem apertado e seguro. Não tinha muito o que fazer a não ser aguentar.

E elas não pararam. Uni fez a Zy gozar tanto que esguichou lubrificação, ficando espantada, surpresa, e maravilhada ao mesmo tempo, pois achava que aquilo era mito de filmes pornô.

squirt

Eu sabia que era real, pois até então era o único que tinha conseguido fazer a Zy atingir
aquele nível de orgasmo e agora tinha outra pessoa pra dividir aquele feito. Zy explicou que estava tudo bem. Na realidade, estava tudo maravilhoso pra ela. Uni ficou admirada com o fogo que da Zy e continuaram.

Numa hora não aguentei mais de curiosidade e encostei o carro pra finalmente ver o que estava acontecendo, só que dessa vez o que vi não era a Zy gozando e sim ela fazendo a Uni gozar. Elas gozaram muito, molharam o banco do carro todo com tantos orgasmos
que tiveram.

Ali a dúvida que eu tive antes, se eu tinha feito certo em aceitar as duas juntas, desapareceu e lembrei que adoro ver a Zy gozar, que me dava muito tesão ver ela
gozar e ver ela feliz em fazer a Uni gozar. Percebi que estava fazendo parte daquilo, que eu também estava fazendo a Zy gozar. Ela me tortura e me bota no cinto de castidade exatamente por isso, porque ela não vai me deixar e vou estar sempre com ela.

Zy perguntou se eu estava bem com aquilo tudo e sim… com toda certeza eu estava ótimo.

continua…

Revelação (inicio do trisal 1ª parte)

parte 1: revelação

Pra quem não me conhece e caiu aqui de paraquedas e estiver lendo esse texto deixa eu explicar resumidamente algumas coisas antes de começarmos.

Eu e Zy somos casados e também somos adeptos do BDSM, eu como sub em castidade ( usando cinto de castidade masculino) e ela como minha dona (controlando as chaves do meu cinto e quando posso gozar) mais também somos SW (switch podendo atuar tanto dominando como na submissão) e fazemos parte de um grupo local no whatsapp chamado de BDSM CE onde conversamos com outras pessoas tiramos duvidas uns dos outros, trocamos experiências, contos e etc ao mesmo tempo em que é um grupo de amigos onde conversamos bobagens e combinamos até mesmo umas festinhas na casa da rainha frágil que temos um carinho muito grande por ela, e é nesse grupo que a historia começa.

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Em uma conversa comum no cotidiano do grupo falando de assuntos fora do contexto BDSM uma menina que chamamos de unicórnio ou uni pra facilitar na hora de escrever (preguiça mesmo) postou um vídeo dos carros sendo multados em frente a faculdade em que ela estuda, a Zy reconheceu o local que era a mesma faculdade em que estudava.

As duas marcaram de tomar uma cerveja e conversarem pois aquela semana a Unicórnio estava se formando enquanto a Zy estava no começo do seu curso.

Marcaram o dia deixei a Zy la pra conversarem e depois de algumas horas voltei pra buscá-la e conversamos os 3 mais um pouco depois nos despedimos e fomos pra casa, Zy achou legal pois fez uma amizade que não esperava pois nas festas na casa da rainha frágil elas não conversavam.

conversa

Chegando em casa as duas continuaram conversando pelo whatsapp ai a unicórnio solta a seguinte frase pra Zy _o teu marido tem cara de corno será que existe cuckold de mulher? E a Zy responde _sei não se não tiver a gente faz.

Então a Unicórnio começou a revelar que tinha se interessado pela Zy desde a primeira festa que foi e nunca disse nada pois eu e a Zy eramos um casal tanto na vida baunilha quanto no BDSM e que mais cedo ela tinha dado várias indiretas mais a Zy não tinha caído e que tinha perdido a chance disse que tava a fim da Zy como mulher não como dominadora.

Então a Zy disse que foi lenta que não percebeu as indiretas, elas papearam e se resolveram que queriam o mesmo.

pensamento

Zy chegou pra min enquanto eu tava tomando banho e contou tudo e disse
_amor que vc acha dessa história minha com a unicórnio?
ai eu falei _é interessante…
_tem certeza?
_acho que não tem como mentir, ai ela olhou pra baixo e viu que meu pau tinha ficado duro e disse _então ta ^_^ tamos combinando aqui já.

continua…

Dicionario de fechiches e praticas BDSM

dicionario

#

 

24/7

Relacionamento BDSM que dura, 24 horas por dia 7 dias por semana.

A

Abrasão ou Escarificação

É a estimulação da superfície da pele por materiais abrasivos, como: couro cru, lixa fina, escovas com cerdas metálicas ou não, etc. Com a intenção de provocar sensações intensas no(a) masoquista(a). Pode ou não deixar marcas temporárias.

Acomoclitic

Aquele que tem uma preferência para os sem pelos genitais. Também usado no mundo dos naturalistas Smoothie – Smoothy

Adestrar (Adestramento)

Impor regras e normas de comportamento, bem como padronizar algumas respostas para determinadas ordens ou estímulos.

 Agulhas

São utilizadas em jogos e cenas, tem forte efeito psicológico, superior ao da dor. Não é recomendada para praticantes ativos com pouca experiência.

Algemas

Sendo de metal ou de couro, estas com clips para prender e soltar facilmente.

Alpha slave/sub

Eles têm autoridade e técnica a última palavra sobre os outros na casa da sub / slave’s e caso o Dom não estiver presente no recinto. Em Gorean vida são chamados primeira garota.

Amarelo

É uma safeword comum para indicar a necessidade de se diminuir a intensidade de uma atividade.

Analingus

É o termo “científico” para o sexo oral-anal, ou popularmente Beijo Negro.

Anal Training (Treinamento Anal) –

Toda e qualquer atividade que vise a preparação do ânus para o “Anal Play”. Pode durar dias ou semanas, como um exercício de dilatação do ânus, preparando-o para ser usado, o que demora pelo menos 2 semanas.

Arnica

Substância utilizada para aliviar a dor e as marcas resultantes de torturas.

Asfixia ou asfixiofilia

É a prática onde é reduzida intencionalmente a emissão de oxigênio para o cérebro durante uma estimulação sexual com o intuito de aumentar o prazer do orgasmo.

Auto-flagelo

Prática que consiste em impor e efetuar torturas em si próprio.Na Dominação Virtual acaba sendo amplamente utilizado o auto-flagelo sob ordens expressas do Dono à distância.

Avaliação

É usual a escrava passar por uma avaliação visual e táctil de seu corpo, seja para sua aprovação inicial como escrava, seja para revisão prévia a cada sessão.

B

Bastinado

É o ato de bater nas solas dos pés.

Baunilha

É o termo usado para indicar o sexo convencional. Pessoas que não estão envolvidas em BDSM. Vanilla(do Inglês) “Baunilha”.

BBW

São as iniciais de “Big Beautiful Woman”, ou seja, mulheres gordas e bonitas ou atraentes. Essas mulheres estão se tornando cada vez mais “objeto” de desejo de milhares de homens ao redor do mundo. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam Fat Admirer ou simplesmente “FA”.

BDSM

É a sigla para a expressão Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo um grupo de padrões de comportamento sexual humano. A sigla descreve os maiores subgrupos:

  • Bondage e Disciplina (BD)
  • Dominação e Submissão (DS)
  • Sadismo e Masoquismo/ou Sadomasoquismo (SM)

Biting

O Dom morde em várias partes do corpo.

Blindfold

Utilizado para bloquear o sentido da visão e aumentar a vulnerabilidade da sub.

Bukkake Japonês

Receber uma chuva de esperma. Pode ser de um ou vários homens.

Body Art

Corpo nu, exceto por adornos como piercings, tattoos, tinta.

Bolas Tailandesas

Objeto de prazer que consiste numa seqüência de bolas presas a uma fina corda utilizadas para inserção anal ou vaginal.

Bondage

É um fetiche e consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida,usando cordas,adesivos ou algemas.

Bottom(inglês)

O mesmo que Passivo.

Branding

É feita normalmente com ferros aquecidos ao rubro, para produzir escarificação,marcanda como propridade a escrava.

Breast Bondage

É o ato de amarrar os seios femininos com corda, cadarço, bandagens, etc. Como parte de um jogo erótico BDSM. Pode incluir “nipple bondage”, onde se amarram os mamilos dos seios.

C

Calabouço (Dungeon)

Aposento projetado e especificamente decorado e equipado para sessões BDSM. Também conhecido como masmorra.

Cane

É uma vara de bambu ou rattan, usada para spanking.

Cat Fight

Duas ou mais mulheres combatem sem regras. Costumam rasgar roupas uma das outras. É comum que as mulheres tenham algum tipo de atividade sexual durante a luta.

Cena

É uma atividade/jogo específico dentro de uma sessão ou relacionamento. Uma cena de spanking, uma cena de chuvas, de sexo, de disciplinamento, etc.

Chibata

É uma peça composta de um cabo e uma haste semi-flexível, normalmente utilizada para montaria. Consegue-se bastante precisão no spanking.

Chicote

É composto de um cabo, uma única longa tira de couro, podendo ter na ponta um pedaço triangular de couro. É o instrumento usado pelos domadores de feras nos circos.

Chuva Dourada(Piss-Urofilia)

É a excitação no ato de urinar ou receber o jato urinário,em alguns casos beber a urina(Urofagia). A urina pode ser depositada no ânus ou vagina.

Chuva Prateada

Jogos e fantasias envolvendo suor, saliva, gozo e(ou) esperma.

Clamp

São usados para prender em mamilos, lábios vaginais, escroto, etc.

Cock and Ball Torture (tortura do pênis e dos testículos)

É uma atividade sexual BDSM sadomasoquísta envolvendo os genitais masculinas.Mantem a erecção.

Cock Ring(inglês)

Anel em metal, couro ou borracha utilizado na base do pénis para prolongar a erecção.

Coleira

É um símbolo de entrega usada por um(a) submisso(a). Uma coleira é posta ou dada em um relacionamento como um profundo símbolo de entrega.

Coleira Virtual

É uma representação no nick de uma escrava da coleira que ela usa, podendo ser real ou puramente virtual. Para representar geralmente envolve o uso de chaves ( { e } ) para denotar a coleira e um ( _ ) para a guia da coleira. Ex. { Nina }_MESTRE KIM.

Contrato

É um acordo escrito e/ou formal entre as partes (dom e sub),definindo direitos e obrigações de cada um.

Crossdressing

É o ato de se vestir um homem de mulher ou mulher de homem.

Crush (esmagar)

Geralmente usado no trampling,é o ato de pisar na genitália.

Cruz de Santo André

É uma cruz em forma de X, com argolas em todas as extremidades. Utilizada dentro do BDSM para imobilizar o escravo(a).

Cumming em Command (Psycholagny)

Orgasmos induzido por estímulo mental ou acionado por palavras ditas pelo Dom ao sub.

Cunnilingus

Lamber ou chupar o clítoris, vulva e lábios.

Cunt tortura

Intensa estimulação ou dor ao genitais femininos.

D

Disciplina

É o uso de regras e punições para controlar o comportamento.

Doação

É o ato de emprestar, leiloar ou ate vender escravos. Não pode definir nem impor a entrega permanente da escrava, que é algo pessoal e subjetivo, esta se restringe à apenas uma cena ou sessão com o novo Dono.

Dogplay

Práticas e cenas que consistem em transformar a escrava em cadela.

Dominação Psicológica

Prática que consiste em jogos de humilhação e subjugo verbal e psicológico, muitas vezes mediante disciplinamento rígido.

Dominador (fem. Domme) em BDSM,

É uma pessoa que tem o papel dominante pela duração de uma cena ou é o o parceiro dominante dentro de um relação de troca de poder.

Dominatrix

Normalmente uma profissional que exige encargos para o seu serviço.

Dorei

É o nome dado á mulher submetida ao Shibari.

Dresscode – (Código de Vestimenta)

Onde a roupa identifica a (tribo), e/ou a preferência por certo tipo de parafilia.

D/s

Dominação e submissão.

E

Edge Play

Algo que está à beira de  limites.

Ejaculação Feminina

(vulgar: squirting, do ingl. To squirt “esguichar”; japonês: shiofuki) É caracterizada pela excreção de líquidos

Eletroestimulação

Se difere de Eletrochoque por não ter a aplicação de choques elétricos de alta voltagem, e sim de pequenas voltagens controladas através de aparelhos próprios para estimulação involuntária de nervos e músculos do corpo, gerando reações diversas,não havendo a presença de amperagem pelo risco de vida.Requer diversos cuidados com a forma, local de aplicação e estado de saúde da escrava.Não é aconselhável a pessoas sem formação eletrotécnica.

Empréstimo

É a prática que consiste no empréstimo da escrava a outro Dominador, com ou sem a presença do Dono ou reciprocidade.

Endorfinas (Beta-Endorfinas)

É um componente químico. A grande euforia descrita por alguns submissos após sessões de BDSM onde a dor atinge níveis altos, em parte pode ser associada á liberação de endorfinas pelo corpo humano.

Enema ou clister ou chuca

É a introdução de água ou qualquer outro líquido no intestino através do anus, por higiene ou ainda por estímulo sexual.

Escárnio

Cena BDSM que consiste em escrever nomes injuriosos, humilhantes e agressivos no corpo da escrava,com uso de tinta,geralmente antes de sua exposição ou empréstimo.

Escravo ( slave)

Refere-se a uma pessoa que cedeu sua propriedade pessoal e suas liberdades e tornou-se propriedade de seu Dono ou Mestre.

Espéculo Vaginal/Anal

Instrumento médico usado para se examinar a vagina, dilatando-a mecanicamente. Usado em práticas de exposição e jogos médicos.

Estrangulamento (Agonofilia)

Prática que consiste em fantasiar o estrangulamento, visando “hipoxifilia”.

Estupro Concedido

É uma teatralização onde o intuito está em dar prazer, fingindo uma prática que é contra lei,podendo usar de força e humilhação para o ato.

Etiqueta – (respeito)

Regras principais: são que tocar em qualquer um sem permissão, ou qualquer forma de abuso são completamente proibidos.

Exame Íntimo

Pode ser uma parte de uma cena de brincadeira médica onde o dominante inflinge um ou mais procedimentos que lembram exames médicos humilhantes ou embaraçosos no submisso.

Exibicionismo

É uma forma de excitação erótica, a mesma é proveniente da exposição dos órgãos genitais.

F

Face sitting

Prática mais ligada à dominação feminina, que consiste em sentar-se sobre o rosto da escrava,para seu próprio estimulo ou para provocar falta de ar na sub.

Fang Chung Chu (Artes da Câmara Interior)

É o coletivo para as práticas sexuais chinesas taoistas, praticadas para se conseguir a unidade com o Tao ou a imortalidade. São relatados casos de estados alterados de consciência ao se fazer uso desta prática. A muito grosso modo é o equivalente chinês ao Kama Sutra Indiano. Algumas práticas BDSM utilizam-se da técnica do Fang Chung Chu.

Fetiche

É o desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica ou para peças de vestuário, adorno etc.

FGC(do inglês) Female Gay Couple

Casal de duas Lésbicas (l), também se usa GFC / Gay Female Couple.

Figging

É uma prática sexual que envolve a inserção (parcial)de um “dedo” de gengibre no anus ou na vagina, provocando uma sensação de “fogo” dito de prazer indescritível. Ela é praticada por adeptos de sexo SM. Não é aconselhavel à iniciantes, pois não se deve introduzir totalmente o gengibre,podendo levar á emergência hospitalar.Também usam bala Halls.

Finger fucking

Repetida inserção e retirada do (s) dedo (s) na vagina ou reto.

Fist Fucking

Do inglês: Fist: punho + Fucking (meter, na gíria) . Consiste na introdução da mão (punho) na vagina ou ânus.Também conhecido como Fisting.

Felação ou frotteurismo

É a excitação sexual resultante da fricção dos órgãos genitais no corpo de uma pessoa completamente vestida (popularmente conhecido como encoxar), no meio de outras pessoas, como nos trens, ônibus e elevadores.

Floge

É um tipo de chicote com varias tiras de couro. Se as tiras forem trançadas, leva o nome de rabo de gato.

Foley cateter

Um cateter com um balão que pode ser inflado com água estéril para manter no ânus ou vagina.

G

Gag Ball

São Instrumentos que são inseridos na boca para evitar que um submisso(a) possa falar. Podem ter a forma de bola, freio; podem ser rígidas ou moles.

“Gatilhos Emocionais”

Associações de palavras, gestos, ações, comportamentos ou situações que provocam e desencadeiam reações emocionais. Um bom dominador(a) deve possuir tato para perceber quais são os gatilhos que desencadeiam reações positivas e negativas em seus submissos(as). E deve ter responsabilidade para usá-los ou evitá-los também.

Golden Enemas/Douches

Usando urina no lugar de água para enema ou douche.

Gor

É a Contra-Terrra, é um mundo alternativo as “Cronicas de Gor” de John Norman, uma séria de 34 novelas já publicadas que combinam filosofia reacionária, ficção científica leve, Seguidores na vida real ou on-line da filosofia e estilo de vida descritos nos livros são chamados de Goreanos.

Guia

É uma tira de corrente ou outro material destinada a prender na argola da coleira de sessão para com ela o Dom puxar e guiar a escrava.

H

Hojojutsu

É um sistema japonês de bondage de cordas especialmente concebido para restringir os movimentos de prisioneiros.

Hard Dom

Designado ao dominador que não tem piedade, tem mão pesada e gosta de cenas consideradas exageradas. Não significando que este Dom não respeite o SSC.

Honra

Virtuoso sentimento de fama que leva a glória do DOM e a merecida consideração pública dentro da família BDSM pela dignidade e honestidade de seus atos e palavras.

Hood(inglês)

Capuz. Fetiche por capuzes, normalmente em latex ou couro.

Humilhação

É o ato de provocar a dor moral. Redução deliberada do ego para propósitos eróticos, variando de embaraço moderado a degradação.

I

Infantilismo – Age Play

O sub é tratado como uma criança. Comumente usa uma fralda, sucks numa garrafa ou mama feeds.

Insertable

Tudo o que você pode inserir em um orifício. Mais comum: butt plug e legumes.

Interrogatório

Oral questionamento ao sub pelo Dom que normalmente vem como em toda a tortura ou cross exame.

J

K

Kajira-(Gor)

O mesmo que slavegirl.

Kinbaku

É a palavra japonesa para “bondage” ou ainda Kinbaku-bi que significa “o bondage bonito”. Kinbaku (ou Sokubaku) é um estilo japonês de amarração sexual ou BDSM que envolve desde técnicas simples até as mais complicadas de nós, geralmente com várias peças de cordas (em geral de 6mm ou 8mm) e que podem ser de materiais diferentes,sendo a utilizada tradicional corda japonesa a de cânhamo.

L

Látex

Utilizado em diversos produtos de borracha sintética. Algumas roupas e brinquedos são feitos de látex.Algumas pessoas sentem atração por látex.

Leilões

Normalmente é a venda de uma cena / tipo de jogo ou sub / slave para o maior lance (geralmente durante um determinado período de tempo).

Life-stylers

Aqueles que vivem e estão ativamente envolvidos em S / m ou D / s, numa base diária, … Incluindo TPE / EPE / TPT relacionamentos.

Limites

As fronteiras das atividades no BDSM acordadas e conversadas entre dominador e submissa, definindo o que e até onde uma prática ou uma cena ou um relacionamento podem ir. Limites devem ser obrigatoriamente respeitados. O limite se aplica às regras, cenas, práticas, níveis de dominação e submissão, duração das cenas, etc.

Little Death (também foi chamado Orgasmic Síncope)

Mulheres (alguns homens também) experimentaram uma súbita e temporária perda de consciência durante o orgasmo.

Looners

Adeptos de fetiche por balões (Inglês: Balloon fetish) é um fetiche sexual onde o portador é fascinado e se excita ao ver e tocar balões de latex (bexigas, bolas de festa).

LTR(do Inglês) “Long Term Relationship”

Relação estável entre duas pessoas.

Luta Livre

Luta entre duas ou mais pessoas para a excitação sexual. Com uso de gel,almofadas,etc.

M

Masoquismo

É a pessoa que busca prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente.

“Ménage à trois”

É de origem francesa que significa “casal a três” e é para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas. Threesome(Inglês) Ter sexo a 3.

Menophilist

Aquele que é suscitado por mulheres menstruadas.

Mentor

É um amigo e instrutor, tanto para a parte técnica como para a parte conceitual do BDSM.

Mestre

É o termo utilizado para identificar aqueles que controlam e/ou humilham o parceiro (numa acção consentida). [Master-Proprietário-Dominador-Dom-(fem)Domme ]

Mumificação

É a prática de se imobilizar o submisso(a),enrolando-o com ataduras, plástico, filme de PVC transparente (Magipack), impossibilitando qualquer movimento.

Não Consensual

Contra a vontade, sem permissão.Não admitito no BDSM.

N

Negociação 1

É muito importante para todos os envolvidos numa cena ou sessão, onde combinam códigos (safeword), regras, limites e atividades a serem praticadas.

Negociação 2

Se diz quando Dominador e submissa estão em vias de fechar um acordo oral ou escrito,real ou virtual de troca de poder.

O

Orgulho  submisso (a)

E o ato de  se entregar como escrava,com sentimento elevado de dignidade pessoal, tendo orgulho de sua posição na socidade BDSM.

p

Palmatória

É similar á uma raquete de ping-pong de madeira ou borracha, pesada, as vezes furada.

Parafilia

Quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se.

Pearl colar

Quando um homem ejacula no pescoço da sub.As gotas parecem com um colar de pérolas.

Play-Party

Reuniões sociais onde ocorrem e se desenrolam cenas BDSM.

Playroom

Local apropriado onde se realizam cenas ou sessões, provido de aparelhos e instrumentos de BDSM.

Plug

É um objeto em forma de pênis, mas com um estreitamento na base, próprio para ser inserido no ânus.

Podolatria

É um tipo particular de fetiche cujo desejo se concentra nos pés. No Brasil, um fetichista de pés é normalmente reconhecido pela expressão podólatra.

Ponyboy ou Ponygirl

É o submisso treinado para agir como um cavalo.

Pregnofilia

É uma parafilia que consiste em se ter desejo sexual por mulheres grávidas.Também conhecida como maieusofilia.

Privação sensorial

Para bloquiar um ou mais sentidos da sub. Blindfold ou seja, gag, auriculares para bloquear ou reduzir audição e por vezes olfactiva (odores).

Privação Sexual

É o ato de impedir física ou mentalmente que o(a) submisso(a) tenha prazer.

Proprietário

Um termo utilizado para aqueles que “vivem” como um Dono de sua propriedade (sub).

Q

R

Regras

São normas de conduta preliminares e básicas impostas num convívio BDSM.

Restrição

Limitar alguém do movimento ou ação. Ou seja, limitando circulação, fazendo com que o ser subbies olhos para o chão o tempo todo.

Rimming – Sexo oral no ânus.

Ato de lamber ou beijar o ânus.

Ritual- Cerimonial

Conjunto de formalidades e regras que devem ser observadas em qualquer cena,sessão ou até em cumprimentos e abordagens entre participantes.

S

Sadismo

Envolve actos (reais, não simulados) nos quais o indivíduo deriva excitação sexual do sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) do parceiro.

Sadomasoquismo ou S & M

É a relações entre tendências diferentes entre pessoas buscando prazer sexual, o termo sadomasoquismo é a relação entre tendências opostas, o sadismo e o masoquismo.

Safer Sex – sexo Seguro

Sexo mais seguro.Como o uso de camisinhas ou luvas p/fisting.

Saferword – Palavra de Segurança

É uma palavra ou série de palavras-códigos que são utilizadas em BDSM com o significado de cessar uma cena ou sessão.

Scat ou chuva marrom

São jogos com fezes, onde os participantes se lambusam ou até existe a ingestão de fezes(Coprofagia).Ou ainda só a visão doutro defecar.

Serviçal Pessoal

É a escrava dedicada a tarefas domésticas e pessoais do Dono.

Sessão

Pode ser definida como um conjunto de cenas.

Shibari

Significa literalmente amarrar ou ligar e é usado no Japão para descrever o uso artístico na amarração de objetos ou pacotes. A palavra Shibari tornou-se comum no ocidente em meados dos anos 90 para denominar a arte de amarração chamada Kinbaku.

Slave

Escravo.

Saliromania

É a prática e/ou prazer associados ao suor.

Spanking

Utilizado dentro da comunidade BDSM para o ato de bater, notadamente na região das nádegas.

Spread Bar – Barra de Separação

São barras longas, usualmente de metal madeira com argolas e/ou furos em cada ponta, usadas em situações de imobilização para manter os braços ou pernas do submisso(a) afastadas.

SSC

São, Seguro e Consensual. A importante tríade que separa o aceitável e o condenável no BDSM.

  • São – Sadio, higiênico, salutar, justo, íntegro, consciente, sóbrio, maduro.
  • Seguro – Prudente, comedido, cauteloso, responsável e respeitoso.
  • Consensual -Todos os envolvidos concordam com o que está acontecendo.

Subspace

É um estado físico e mental ocasionado pela liberação de endorfinas. As endorfinas podem ser liberadas devido ao “stress” ou á uma prática intensa em uma sessão BDSM. Não é um acontecimento comum.

Sucção

Feita na pele ou órgãos genitais, realizado com o auxílio de bomba de vácuo manual ou eletro-mecânica.

Sufocamento

(Smother ) O ato de sufocar o submisso seja com as mãos, com lenços e tantos outros objetos

Suspensão

Técnica de imobilização onde o peso da escrava é total ou parcialmente suspenso.

Switcher

Pessoa que tem prazer em atuar como dominador(a) e/ou submisso(a).

T

Terror play

O Dom usa o terror ou medo para levar ao sub excitação sexual e / ou eles próprios.

Tickling – Cócegas

Fetiche por cócegas com uso de penas, plumas ou mãos.

TPE

Troca Total de Poder

Trampling

É o ato de ser pisado,por pés descalços ou com sapatos. Mais comumente observado no fetiche por pés.

Troca de Poder

É associado a um submisso trocando sua autoridade para tomar decisões (seja apenas por uma cena, ou para toda a sua vida), por um acordo com o Dominante para que esse seja responsável por sua felicidade e saúde.

Thilpsosis

O nome da parafilia que consiste no  ato de   beliscar o sub.

U

Uncut

Praticas que não inclui ato de cortar  O contrário de “Cut”. Sem corte.

V

Vergar

É o ato e subjugar e dominar a escrava e assim conseguir sua entrega e/ou obediência.

Vistas Baixas

Usualmente imposta à escrava no BDSM como forma de demonstrar submissão.

Vore (comumente abreviado para “vor”)

Deriva do termo “vorarofilia”, criado como referência a um vasto conjunto de fantasias e práticas em torno da devoração, metafórica ou não, de uma criatura viva por outra. Realizado dentro da ética BDSM, naturalmente o vore não admite qualquer prática de canibalismo real.

Voyeurismo

É uma prática que consiste num indivíduo(Voyeur),conseguir obter prazer sexual através da observação de outras pessoas, em atos sexuais, nuas, ou em roupa íntima.

Voz formação

Escravo é ensinado a falar com um padrão e inflexão de voz pelo Dom.

W

Wax play

Prática dentro do BDSM onde a parafina(cera)de uma vela é gotejada no corpo do masoquista.

X

Y

Z

Zelofilia

Prazer derivado do ciúme. Jogos e cenas que envolvam ou provoquem ciúme.

 

*fonte: feticheclub

Sonho, fantasia ou ilusão?

Sonho, fantasia ou ilusão?

“Hoje é o dia de seu treinamento” … ela disse e tirou a gaiola do cinto de castidade, depois de garantir que ele estava bem amarrado.

Seu pau torna-se instantaneamente duro e ereto com o alívio da liberdade.

“O treinamento de hoje será um pouco difícil, garoto. Vai durar muito tempo … … então ela começa a brincar com suas bolas e pênis.

“Quem é meu escravo?” …. Ela pergunta … ” Sou eu senhora” … ele responde.

“Você sempre será humilde e obediente?” … ela pergunta … “Sim senhora, eu vou” … ele responde.

Ela sabe que ele ficou casto há muito tempo sem libertação. Ela sabe que ela precisa ir devagar com um toque como a pena. Caso contrário, ele ira jorrar inesperadamente.

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“Você consegue se segurar garoto? ainda não disse que poderia gozar” … ela fala … “Sim, senhora, claro que consigo” … ele responde … “ótimo!” … ela diz com o tom de satisfação.

“Eu vou controlar você sempre, você … seu corpo, sua mente” … ela continua

“Você me dará tudo?” … ela pergunta e continua: “Seu corpo e alma” … “Sim, senhora, eu vou …” ele está respirando pesado agora. “Eu possuo essa rola!” … ela enfatiza: “Você vai me dar tudo o que você possui, todo seu ser e sua alma, para que eu possa controlá-lo, assim como eu controlo esse pau!” … continua ela.

Ele está chegando perto e ela sabe disso; ela controla seu toque, seus movimentos, sua intensidade, ele não tem permissão para gozar hoje, mas ele ainda não sabe disso.

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Ela sabe que sua mente esta suave agora, suave como o algodão. moldável também. então ela continua …

“Você é meu escravo?” … ela pergunta: “Sim senhora, sim … sim, eu sou!”

“Mmmmm” … ela deixa um gemido de satisfação. “O que mais você é para mim, deixe-me ouvir” … ela comanda.

Sua voz agora está tremendo ligeiramente, ele está no céu e no inferno ao mesmo tempo.

“Eu sou seu escravo, seu servo, seu brinquedo” … ele diz, mas ela não está feliz com isso.

“O que mais?” … seu tom de voz mostra sua insatisfação: “Eu quero mais!” … ela quase grita, “ou eu vou parar!” … ele não tem certeza se ele realmente quer que ela pare ou não. Mas, suas necessidades são mais fortes do que sua mente e ele quer mais!

“Eu sou seu produto … seu escravo … seu mordomo, seu corno” … ele não sabe o que dizer mais, sua mente totalmente borrada da luxúria.

“Bom garoto!” … ela diz: “Eu realmente gosto de ver você sofrer”.

“Foi o suficiente para hoje, de volta à sua gaiola!” … ela diz uma coisa que ele temia, “sem orgasmo hoje”. Ele não está feliz, de jeito nenhum; Mas ele sabe que é melhor não implorar ou reclamar.

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A gaiola é recolocada, mas não é o fim … Ela decide brincar mais.

Com seu pênis preso, uma vez que ela está satisfeita com o nível de sua frustração e com o tamanho de suas bolas, ela para todas as provocações e ordena. “Agora, agradeça-me adequadamente pelas horas de treinamento”. Imediatamente ele cai de joelhos para mostrar sua gratidão …

“É hora do meu deleite agora” … ela diz, coloca-o no lugar e sobe em seu rosto.

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Ela recebe o seu oral se exitando rebolando e gemendo mais ainda não é o suficiente ela pega seu vibro muito maior que o pênis dele e comanda … “segure firme para min com sua boca”. Ela senta mais uma vez em seu rosto que agora estava segurando o vibro com a boca.

Ela fode subindo e descendo, os sucos de sua buceta escorrendo pelo rosto e boca dele, ela geme suas pernas tremem tem seu orgasmo e então ela levanta e vai embora.

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fim.

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Apresentação MM, ZY e UNI

perfilApresentação
Nicks MM, Zy, Uni
Temos 30, 22 e 23 anos
Somos pai, mãe, filhas e filho… Faixa preta, acadêmicos,
formados, trabalhadores e estudante em fim, somos
pessoas comuns temos nossos afazeres como qualquer
outra pessoa mais somos um pouquinho diferentes,
somos um “trisal”, e diferente até para outros “trisais”
que possam ter por ai.
Somos um “trisal” fetichistae praticamos alguns fetiches
BDSM.
Gostamos de castidade masculina, inversão e
feminização, provocação e negação de orgasmos, CBT,
wax, spank, treinamento anal, fisting, humilhação e
varias outros que gostamos e temos curiosidade de testar.
Limites rígidos de agulhas, sangue, scat, e outras praticas extremas que causam danos permanente.

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