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Festa Feliz Inversário

(INVERSÁRIO)

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Sábado, o dia da festa dos aniversariantes do mês de fevereiro e março começou mas ainda é de manhã. Preciso ir trabalhar e a Zy ir a faculdade, Uni chegou em nossa casa na noite anterior mas permanece dormindo enquanto saímos de casa.

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(Imagem meramente ilustrativa retirada da série de TV “Eu tu e ela”)

Deixo a Zy na faculdade enquanto vou pro trabalho, nossa amiga Domme W pede carona pra festa. Combinamos que todos iam se preparar para a festa na minha casa. Zy sai da faculdade por volta de meio dia e pega um uber para ir pra casa enquanto ainda to no
trabalho (o que ela e a Uni fizeram enquanto eu estava no trabalho, eu não sei).

Já terminando o expediente fui pegar o bolo de aniversario e deixei na casa da Rainha Frágil. Encontrei a Shalla e a Rainha frágil ajeitando a decoração da festa. Conversamos um pouco e elas perguntam com que roupa eu iria para a festa. Elas dizem que eu tenho que ir de menininha, eu sorrio. Na verdade, Zy ainda vai decidir. Dali vou buscar a Sra. Domme W. Aviso que com certeza nos atrasaremos! São 3 mulheres se aprontando. Elas brincam falando que poderiam ser “4 mulheres”rsrsrs.

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Imagem meramente ilustrativa retirada da internet)
(pensamentos da Shalla e rainha frágil)

Voltando vou me comunicando com a Zy e a Domme W, digo que já to saindo da casa da Rainha Frágil e to chegando pra buscar a Domme W, Zy fala “ta certo, to transando, aviso logo”, encontro a Domme W e vou para casa. A casa está escura. Uni e Zy estão em nosso quarto. Mostro a casa para a Domme W pois ela nunca tinha ido em nossa casa.

Passando por nosso quarto escuto os gemido das duas (eu tinha demorando um pouco pra chegar mais as duas ainda estavam trasando). Fiquei vermelho e tentei continuar mostrando a casa, fiz um pouco de barulho pra mostrar que tínhamos chegado mas tudo que ouvi em resposta foram risadas de deboche. Elas não se importavam que eu tinha chegado e muito menos que a minha amiga está ali, escutando meu chifre ser consumado pelos gemidos vindo do quarto.

Depois de ter mostrado toda a casa (menos um dos quartos pois estava trancado com Zy e a Uni que estavam transando) Domme W se instalou pela sala conversando no celular e de vez em quando fazendo hora com minha cara. Eu não resisti e fui ouvir de trás da porta ,(o que só dava mais motivos pra Domme W rir de mim)

Escutava mais e mais gemidos vindo do outro lado da porta mas não podia ver nada, a porta estava trancada. Não poderia entrar… Só ouvir!

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(Imagem meramente ilustrativa retirada da internet)

Tentava me distrair e me afastar da porta mas sempre acabava voltando pra ouvir mais gemidos. Elas estavam la dentro gozando e eu não tinha permissão pra gozar a mais de 40 dias. Meu saco estava muito maior que meu pau trancado no cinto de castidade, ele já tinha escorrido algumas vezes por estar tanto tempo trancado mas o acordo é que eu só receberia minha permissão pra gozar depois dos 60 dias trancado.

Mais uma vez me afastei da porta pra tentar me distrair só pra Domme W fazer mais hora comigo até que finalmente as duas saem do quarto, eu olho pra Zy com olhar pidão dizendo baixinho que quero gozar também só pra ela me lembrar de que ainda não posso, e olhando pra Uni vejo a cara de adora comer minha mulher enquanto eu to sofrendo.

Conversamos um pouco, merendamos e fomos nos arrumar para a festa. Como eu tinha previsto: três mulheres em casa para tomar banho, se maquiar e se vestir iria demorar e iriamos chegar tarde na nossa própria festa de aniversario, (tá também demorei no banheiro pois não sabia com que roupa a Zy iria me mandar ir para a festa, então, era melhor me prevenir me depilando).

Zy me expulsa do banheiro entrando no meu lugar me deixando pelado no quarto. eu pego uma toalha pra me cobrir e saio do quarto pra poder ir pro outro banheiro, Domme W tinha acabado de sair do banho. Enquanto eu tava conversando com a Uni esperando minha vez de voltar pro banho, ela não pode deixar de reparar na gilete rosa na minha mão pra terminar de me depilar e rir novamente da minha cara (isso porque é minha amiga… Imaginem se não fosse!)

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Todas prontas e atrasadas, acabou que eu tive a liberdade de escolher como me
vestir. Pelo atraso me vesti normal e corremos para a festa.

Chegando na festa todos os convidados já tinha chegado, fomos dando boa noite a todos e
recebendo os parabéns de alguns, encontramos logo o cozinheiro favorito de todos na festa com o penteado novo se orgulhando de seus cachos rsrsrs, fomos para parte de trás da casa da Rainha Frágil onde costumamos fazer um bate papo ou pegar um vento) encontramos mais convidados (não vou entrar em detalhe de todos pois são muitas pessoas, das festas anteriores e pessoas que foram a
primeira vez também, então seria um livro pra falar de cada uma…)

Zy diz logo: “cade a coleira? espero que não tenha esquecido se não vai voltar pra casa só pra pegar!” Eu procuro a coleira preocupado pois quase não acho nos meus bolsos. Mas finalmente acho e entrego a ela que diz: “anda vamos botar logo no seu cinto” eu me assusto e digo “Assim? Já? Agora? Por meu pau pra fora?” e ela “sim, anda logo!” e as três adorando a brincadeira. “hahaha, levar pra passear, chama a Rainha frágil! CHAMA!”.

Rainha Frágil chegou,olhou e adorou. Foi logo nos puxando dizendo que tinham que me levar pra passear entre os convidados. Meu pau ficou menor do que já era dentro do cinto de castidade. Era mini! Só dava pra ver o saco de tão mini que era o cinto, e meu pinto tinha ficado menor ainda.

Zy me puxando pelo cinto usando a guia da coleira, vez ou outra puxando mais forte deixando uma dor nas bolas pra continuar andando.

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(Imagem meramente ilustrativa retirada da internet)

Depois de ter feito o tour entre os convidados fui me acostumando mais e, num misto de vergonha e excitação, volta a preencher o cinto de castidade. Meu pinto inchava que deixava meu pinto inchadinho entre as grades.

Shalla adorou a ideia da coleira de castidade. Ela esperava eu ir de menininha pra festa mas se surpreendeu com a ideia.

Logo depois a Rainha frágil reuniu todos pra se apresentar e os novos
convidados conhecer todos e falar sobre a festa e os cuidados.

Depois fomos cantar os parabéns, eu esperava que a Zy e o Stark ficassem perto da mesa do bolo pois eram os aniversariantes de março, mas Stark ficou tirando fotos e a Zy me botou pra mais próximo do bolo pra me exibir mais aproveitando que todos estavam reunidos, terminado os parabéns Zy partiu o bolo pra todos e algumas pessoas já começaram algumas brincadeiras…

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(Imagem real)

Uni encontrou logo alguém pra usar sua vela e fazer algumas cenas de spank enquanto a Zy ficava com um pouco de ciúmes mas eu estava la com ela. Domme W some como em toda festa conversando com todos. É sempre assim: quando você a encontra ela tá recebendo massagem nos pés de alguém ou pisando em alguém. Há sempre muitos escravos disponíveis para ser tapete ou fazer uma massagem…

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(Imagem real)

Eu e Zy também fomos brincar, Uni chega com a vela e elas me levam para uma cadeira Zy manda eu tirar a calça e eu obedeço tentando não olhar em minha volta pra ver quem estava olhando (no caso todos, não sei rsrsrs), terminando de ficar com a parte de baixo pelada, que antes só o cinto de castidade estava a amostra, Uni dá a vela pra Zy que começa a derramar na parte interna das minhas coxas que é uma área bem sensível, primeiro gotejando depois acumulava e derramava um fio de cera me fazendo gemer mais era só o começo.

Ela esperou juntar mais cera quente, puxou o cinto para cima deixando o meu saco mais amostra, jogou a cera quente nele, me fazendo gemer mais ainda, acho que ela esperava fazer ovos cozidos, mas não só ovos ela também se divertia jogando cera quente entre as grades do cinto de castidade pegando na cabeça do meu pau que tentava empurrar as grades do cinto, aquela cera quente sendo jogado na pele fina da cabeça do meu pau enquanto as duas se divertiam comentando que ele tentava ficar duro dentro do cinto…

Mas cozinhar meus ovos e pinto não era o bastante ainda.

Zy pegou uma espatula de madeira pra fazer ovos mexidos, bateu um pouco na parte interna da minha coxa pra me fazer abrir mais as pernas e logo depois começou a bater nas minhas bolas com a espatula de madeira, minhas bolas estavam carregadas e sensíveis por estar trancado sem permissão pra gozar a mais de 40 dias, eu gemia cada vez mais alto tentando não gritar uma dor que subia pra barriga, só homens podem entender, elas se divertiam a Zy batendo enquanto a Uni observava de perto sentindo prazer em assistir meu sofrimento doloroso mas ao mesmo tempo prazeroso.

Doía bastante, era difícil mas também queria continuar pois também dava prazer, era um prazer que eu não conseguia ter facilmente por causa do cinto, mais era um prazer que queria continuar sentindo mesmo que esse prazer viesse com dor.

Eu tremia de dor e prazer, enquanto as pessoas assistiam a nossa volta e eu já não ligava pra quem estivesse olhando estava concentrado naquele momento me tremendo a cada batida, e Uni que estava observando bem de perto, se afastou disse que eu não gozasse em cima dela observando como se eu fosse gozar a qualquer momento e ameaçou caso eu o fizesse.

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Procurei algo para limpar a sujeira que tínhamos feito mais Roger veio de empregadinha a mando da Rainha frágil para limpar os restos de vela se colocando de quatro para fazer a limpeza.

Satisfeita, Zy perguntou se eu estava bem, eu disse que sim. Passei um tempinho pra me recuperar. A Uni embora já tivesse usado seu lado dominadora na festa chicoteando outra mais cedo e despejando sua vela, agora ela estava querendo mesmo era os “carinhos” da Zy.

Fomos para a sala e lá em um dos equipamentos Uni ficou de quatro botando o bundão pra cima enquanto a Zy acariciava e dava uns tapas no bundão, depois dos tapas ela pegou a espatula que antes tava batendo em mim pra bater nela a cada batida um gemido, de vez em quando parando e ajeitando o cabelo dela a beijando, sensualizando todos que estavam a volta e logo voltando a mais batidas, Uni fazia cara de dor e prazer que só de olhar dava pra ver o pensamento dela falando “isso mais forte me fode gostosa, isso assim me bate mais!” (serio ela não falava isso só gemia mais dava pra ver na cara dela que era isso que ela tava pensando).

Depois convencemos a Zy de que era a vez dela de se exibir um pouco e botar o rabão pra quem tivesse na sala ver, ela tirou a calcinha e me entregou dei aquela cheirada gostosa e guardei com carinho, ela empinou a bunda se apoiando no sofá e a Uni pegou a vela e começou a pingar naquele rabão delicia fiquei tirando fotos da arte abstrata que se formava naquele bundão ou seria um teste de rorschach? Não sei “posso estar louco” rsrsrsrs, eu e domme W discutíamos sobre isso o que sera que ela enxergava? rsrsrs.

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(imagem real)

Mais uma vez em busca de limpar os restos de vela roger aparece de novo mais uma vez se abaixando para limpar tudo…

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Falando em arte abstrata Stark tinha parado de tirar fotos e agora stava “pitando um quadro” com sua régua batendo na bunda de sua peça como quem pinta um quadro de arte… Ele batia com a régua e observava o efeito que produzia para depois repetir o processo (acho que como um pintor de um quadro ele pensava… “falta mais vermelho”).

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Rainha frágil prende Roger em um dos aparelhos da sala para emprestar a bunda dele para spank onde 4 pessoas se revesavam para bater na bunda dele…

Domme W se divertia pisando com o salto em um sub e Vampirella pisando em seu sub.

Esta tarde, algumas pessoas já foram embora mais cedo e agora eu e Zy estávamos com muito sono era nosso fim de festa, já estava na hora de irmos, chamamos Domme W para irmos nos despedimos das pessoas que ficaram e nos 4 fomos embora.

FIM.

Veja também o blog da rainha frágil que essa festa só foi possível graças a ela https://fragilreino.com

Estudo em roxo (inicio do trisal 5ª parte)

O domingo e último dia da Uni na nossa casa chegou,
passamos um dia normal, conversando os 3, vendo vídeos,
comendo e etc. Mas não tão normal assim, já que a tarde, enquanto
estávamos na cama olhando algumas coisas no pc (nada de
mais, preço de celulares etc) um beijo levou a outro que
levou a outro de repente o pc já estava desligado e eu e
a Uni já estávamos pegando a Zy, como no dia anterior,
mas dessa vez Uni vestiu a cinta dela com a “Pryscillah”
e começou a comer a Zy.

ROXO 01

Ela gemia e tava bem lubrificada. Eu não sabia se teria a
sorte de ontem, então não entrei tanto na brincadeira das
duas e olhei mais do que participei. Estava com medo de
levar outro “isso não é pra você!” e fiz bem, pois depois
de um dos vários orgasmos da Zy começamos a brincar com o
rabbit (o rotativo) e dessa vez eu estava controlando.

Botei a Zy de quatro enquanto brincava com o rabbit e
disse pra Uni: _Você não disse que gostou de ver a Zy
gozar de quatro ontem, que eu precisava ter visto, que
tinha que ter filmado? Pois aproveita e filma agora. Ela
filmou!

Dessa vez foi a Zy que ficou envergonhada, mas ela não
conseguia parar de rebolar pro nosso brinquedinho, gemia
e eu fodia mais e mais, sua buceta tão molhada que dava
pra escutar o quanto ela tava molhadinha. Eu fodia com
nosso brinquedinho e ela gemia e gozava envergonhada,
enquanto tava sendo filmada pela Uni, mas não conseguia
parar. Ela fazia o movimento de vai e vem sozinha
enquanto tinha vários orgasmos, até que caiu exausta na
cama com alguns espasmos.

ROXO 03

Ficamos abraçado os 3 por uns minutos. Então entreguei o
rabbit pra Uni e disse:
_Tua vez rsrsrs.

Uni então botou a Zy de quatro novamente e começou a usar
o rabbit nela que gemia mesmo tendo gozado a pouco tempo.
Uni botou na potência máxima do vibro. O coelhinho do
rabbit, que ficava pegando no clitóris da Zy, vibrava as
orelhinhas loucamente enquanto a Zy gemia e gritava de
prazer, as pernas tremiam e a cama já estava molhada de
gozo. Zy não sabia quantas vezes tinha gozado, gemia e se
contorcia até que a Uni parou e deixou ela respirar.

Zy quis se vingar, teve a ideia de me amarrar e pediu
ajuda pra Uni. Amarraram meu pau e minhas penas de forma
que se eu mexesse minhas penas puxava meu pau e bolas
para baixo. Já fiquei aflito porque pensei que ela ia
pegar a espátula de novo como no dia anterior. Ela foi
pra cozinha, falou alguma coisa, riu e chamou a outra,
demoraram um pouco. Não sabia o que elas tavam aprontando.
Então voltaram com 2 tirinhas de gengibre pra botar
dentro do meu pau.

ROXO 04

Primeiro botaram o menor, aquilo começou a pinicar, mas
era pequeno. Então pegaram o maior e molharam pra ficar
mais forte, passaram ao redor da cabeça do meu pau e
depois botaram dentro da minha uretra, foi quando começou
a arder de verdade, porque foi mais fundo e pinicar,eu lá
gemendo e meu pau pulsando e elas assistindo e de vez em
quando a Zy botava mais fundo, batia uma devagar pra
arder mais e apertava pra sair mais suco do gengibre.
Depois, não bastando isso,deixaram o gengibre la dentro
parado e pegaram essas liguinhas de cabelo, essas de
silicone,eu gelei. Zy já tinha me batido com essas ligas
antes e começaram a esticar e bater no meu pau e saco com
elas, na primeira ligada eu soltei um gritinho fino e a
Uni disse;
_ai que delicia!

ROXO 05

Elas gargalhavam e davam mais ligadas no meu pau e saco,
eu me contorcia, dava gritinhos,mordia o lençol e me
tremia de dor enquanto elas gargalhavam e faziam hora com
meu pinto.

Riam e se deliciavam com meu sofrimento,se divertiam e
gargalhavam. Elas estavam maravilhosamente sádicas nunca vi
a Zy tão sádica e gostosa e aquelas ligas ardiam tanto
que eu me tremia de dor e elas adoravam. Então a Zy deu
permissão pra Uni pegar no meu pau e toda vez que eu ia
ficando menor elas não deixavam, torturavam mais e a Uni
tocava uma em mim e elas ficavam falando que eu
gostava,mesmo com toda quela dor porque sempre voltava a
ficar duro.

Chegou uma hora que a Uni ficou batendo uma em min,a Zy
me dando ligadas e ela aproveitou e botou a liga em volta
das minhas bolas e ficou puxando e soltando com uma mão e
com a outra me masturbava. As duas cordenaram as ligadas
uma depois outra e depois a outra bem rápido eu me tremia
de dor até que eu gozei… Gozei de prazer e de dor, gozei muito.

Depois tivemos que tomar banho e deixar a Uni num local
pra poder voltar para casa.

Eu fiquei com marcas roxas no meu pau e saco das
lembranças que duraram dias para passar.

Cada um de nós adorou a experiência desse fim de semana.
Zy adorou não ter ciúmes de outra mulher, mesmo porque a
Uni tava la pela Zy e foi tudo muito novo pros 3… Foi
todo um fim de semana novo pra cada um de nós.

fim.

Pegando fogo (inicio do trisal 4ª parte)

Naquele sábado Uni mostrou como faz as velas e eu fui
tomar banho.

Depois a Uni foi pro banho dela e finalmente fiquei só com a Zy na cama, o clima esquentou um pouco e ela se animou, pegava minhas bolas e apertava. Baixei um pouco o calção e ela foi intensificando o CBT, batia, puxava, até que ela pegou a espátula de madeira (essas de cozinha) e começou a bater nas minhas bolas.

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Uni saiu do banho nessa hora e ficou assistindo e adorando meu sofrimento, vendo a Zy me torturar. Ela batia, eu gemia e me contorcia de dor, mordia e apertava o lençol tentando abafar os gemidos agonizantes e enquanto a outra só atirava lenha na fogueira falando com a Zy:
_olha ele ainda tá duro
_é ele fica duro
_ele gosta, já que tá duro

Zy pegou meu saco, fechou a mão em volta, puxou e com a outra mão ficou batendo com a espátula. Agora, além da dor da batida ainda ardia com cada tapa da espátula na pele do saco esticada. Eu gemia mais, gritava mais,
mordia mais o lençol pra aguentar e abafar o som.
Meu
saco tava vermelho e quente, mas elas resolveram esquentar mais…

Acenderam a vela e esperaram derreter enquanto a Zy me batia mais, quando a vela estava pronta Uni falou a distância pra usar a vela e a Zy derramou a cera quente nas minhas bolas. A área já estava vermelha e sensível e agora parecia que eu estava levando uma surra liquida no saco, se é que isso era possível.

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Ardia como as batidas da espátula, só que mais intenso, mas sem a dor da pancada e, mesmo sem essa dor, a cera quente doía bastante. Zy amou os gemidos e a vela, brincou um tempo, tirou a cera endurecida e jogou de novo, Uni que não aguentava mais ficar só assistindo, começou a revezar com a Zy, Jogava nas áreas que a Zy ainda não tinha jogado. Eu só me tremia gemendo em cada fio de cera quente derramada.

Depois tiramos a cera e fui tomar mais um banho pra tirar o resto da vela. Foi quando Zy disse pra eu pôr o plug porque ia me comer na frente da Uni ainda, Com muita vergonha botei, enquanto a Uni falava pra me deixar mais
constrangido.
_Mas já!?
E a Zy respondeu:
_Eh, já tá acostumado rsrs e como sou boazinha vou deixar você escolher com qual pau eu vou te comer.

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E pra piorar tudo eu ainda tinha que ter a vergonha de escolher o pau que ia me comer! Eu tentei usar a razão e escolhi o mais grosso de 23,2 x 7,5cm (apelidado pela Uni de Ofensa) porque do jeito que ela tava sádica e animada
aquela noite, se eu fosse escolher o maior porém mais fino (34cm) ela faria ele sair pela minha boca!

A Zy foi tomar banho e disse para ajeitar a cinta pra ela e junto com a Uni aprontamos a cinta com a “Ofensa”. Nesse meio tempo, o plug ficava batendo na minha próstata e eu ficava perto de gozar. Zy saiu do banho vestiu a
cinta e disse pra eu passar o lubrificante nela, mais um momento de constrangimento: eu preparando o pau que ia me comer.

Fiquei de 4 na cama, ela retirou o plug e começou a botar a “Ofensa” dentro de mim, quando entrou a cabeça ela empurrou o restante me fazendo gemer forte. Então ela começou o movimento devagar enquanto eu gemia todo
envergonhado na frente da Uni, que observava tudo se deliciando mais.

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Não tinha como não gemer, aquele pau era muito grande e grosso e eu estava la, de quatro, desprotegido e humilhado, sendo fodido e gemendo feito
uma putinha.

Zy ia aumentando a velocidade e a força e eu gemia cada vez mais. Uni começou a beijar a Zy e ficaram la se beijando enquanto a Zy me comia de quatro com força segurando no meu quadril até que veio um orgasmo da
próstata e fiquei ali deitado, tendo espasmos, enquanto a Zy e a Uni já estavam em outra, se beijando e se pegando.

Uni deitou a Zy e a masturbava, beijava enquanto fui me recuperando, assistindo as duas. eu fui fazer parte e beijei a Zy, lambi seus seios enquanto Uni a beijava e masturbava. Zy estava em êxtase com nos 2 dando prazer a
ela e estávamos bem sincronizados, nós chupávamos, os seus seios, um de cada lado, depois um masturbava enquanto outro a beijava, lambia sua buceta toda molhada de excitação enquanto o outro a beijava e apertava seus seios. Ela gozou várias vezes, mas o fogo dela é grande ela queria mais e tava adorando que tivesse dois pra apagar esse fogo, ela gemia, tentava abafar os gemidos,
iriamos acordar a vizinhança toda, mas quem ligava? A Zy tava tendo orgasmos múltiplos enquanto a Uni ficava maravilhada com a quantidade de vezes que a Zy conseguia gozar e eu não precisa nem falar, adoro ouvir os gemidos dela e ver seus orgasmos.

Já estava tarde e fomos dormir bem cansados, dessa vez eu fui para a rede enquanto elas foram dormir abraçadas na nossa cama.

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Peguei logo no sono e sonhei que finalmente a Zy deixava eu entrar nela, depois de um bom tempo e só o fato de ter meu pau dentro dela a fazia gemer e gozar, sem eu fazer esforço nenhum.

Ela gemia muito e eu tava muito foda, com poucos movimentos ela gozava de novo e de novo, então eu fui acordando e percebi que ainda escutava
os gemidos, acordei e vi que na verdade era a Uni gozando enquanto a Zy chupava ela. Tentei voltar a dormir.

continua…