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sextou (inicio do trisal 3ª parte)

Estudo em roxo parte 3
Zy e Uni ainda se falavam bastante no whatsapp, diziam
que estavam com saudades uma da outra então Zy marcou um
fim de semana la em casa. Perguntou se estava tudo bem,
eu disse que sim, que elas iam aproveitar bastante no
sábado, pois ficariam sozinhas em casa enquanto eu trabalharia.

Tudo marcado, os dias iam passando e a ansiedade delas
aumentando. Uni perguntou o que poderia levar de
‘brinquedos’. Zy queria ver tudo que ela tinha e ela
falou que ia fazer uma vela especial só pra derramar na
Zy.

Sexta chegou, muita coisa aconteceu até a noite e o
momento em que fomos pegar a Uni (tipo muita coisa mesmo,
até uma batida de carro, perseguição policial na nossa frente
e etc. mas isso não vem ao caso, enfim, vou pular a parte
“cotidiana”).

estudo 01

Finalmente em casa, fizemos a apresentação dos brinquedos. Ela disse
que escolheu e trouxe os melhores pra dor, mostrou o
flogger colorido que ela mesma tinha feito, um cane
também produzido por ela, a vela e a “Prycillah” (nome
carinhoso do pinto de borracha dela, de escrita muito
peculiar).

Mostramos nossa coleção de próteses também,
desde um de 13 ou 14cm que era o menorzinho e mais 5 que
iam crescendo até os maiores que a Zy usa pra me comer
de 34cm.

estudo 02

Ela pegou um dos pintos grandes e pelo tamanho,
grossura e peso dele ela apelidou de “Ofensa” porque
aquilo não era um pênis, era uma ofensa “deixando a
Prycillah ofendida”.

Depois das “apresentações” fui tomar meu banho enquanto
as duas ficaram conversando na sala. Depois do meu banho,
elas foram tomar banhos juntas, não sei se aprontaram lá,
mas foi demorado.

Depois do banho continuaram no quarto. Eu quase tinha
cochilado no sofá esperando as duas. Fui ver o que estava
acontecendo, escutei um barulho, fui pra janela do quarto
e ai deu pra ouvir beijos e um leve gemido, então pensei
“ok, tão se curtindo la dentro, vou pro sofá.”

Lembrei que deixei as luzes do quintal acesa, quando fui
desligar, a porta do quarto abriu e elas estavam la, como
se não tivesse ocorrido nada, como se eu não existisse.
Depois a Uni pegou a vela que tinha feito pra brincar com
a Zy enquanto eu ficava assistindo.

Ela acendeu a vela,deixou derretendo e começou
a derramar naquele bundão da Zy.

Quando derramava muita cera quente a Zy gemia e era
gostoso escutar. Depois tiramos a calcinha da Zy pra ela
poder derramar mais vela, sempre com cuidado, mas ao
mesmo tempo aos montes e ela gemia com o calor quando
fazia isso. Foi derramando bastante vela na bunda e nas
costas. Depois de acabar com a vela tiramos umas fotos
pra ficar de lembrança e ficou lindo aquele bundão cheio
de cera de vela.

estudo 03

(Uma foto em especial ficou muito linda: a bunda dela
formou um coração cheio de vela derretida.)


O que eu pude fazer esse dia foi apenas ajudar a tirar a
vela com a faca, depois a Uni foi dar banho na Zy pra
tirar o restante da vela enquanto eu só olhava.

estudo 04
Elas voltaram pra cama e começaram a se beijar e se
tocar, muitos beijos, mordidas, apertões nos seios,
chupões, gemidos e eu apenas olhando e acariciando os
seios dela. Então perguntei se poderia me masturbar
assistindo, mas Zy olhou bem seria e disse “-Não, isso
aqui não é pra você!”

Me recolhi ao meu cantinho totalmente insignificante.
(E a Uni bem que gostou do fora que levei enquanto ela
pegava minha mulher, com certeza deu mais gás a ela fazendo a Zy gozer em seus dedos).

Depois de tudo fomos dormir, pois já estava bem tarde e
eu ainda trabalharia no sábado. Uni ficou na rede ao lado
de nossa cama, foi difícil dormir, mas também já tava
tarde e muito cansado então consegui dormir finalmente.

Dia seguinte quando me levantei pra ir trabalhar a Uni
tomou meu lugar na cama pra continuar dormindo com a Zy e
só fui voltar fim da tarde. Ela contou que amou ver a Zy
gozando de quatro enquanto a masturbava com um rabbit
(vibrador rotativo completo, muito poderoso), que eu
precisava ter visto (com certeza elas passaram o dia
“brincando”).

Continua…

Sombras no carro (inicio do trisal 2ª parte)

Parte 2: sombras no carro.

Nos dias que se seguiram as duas continuaram conversando bastante pelo whatsapp. Tipo… bastante mesmo, toda hora. Zy estava grudada no celular, conversando com Uni
enquanto eu pensava: “Ok, to aqui de escanteio, mas tudo bem, uma negociação tem que bater bastante papo mesmo pra esclarecer tudo.”

Ela me avisou que as duas tinham marcado, para no último dia de prova, se encontrarem na faculdade para dar um passeio de carro mas que eu só dirigiria sem rumo.

Um dia antes do combinado nos encontramos em uma das sedes da faculdade e resolvemos comer algo. Elas ficaram conversando sobre faculdade, amigas, inimizades, provas,trabalho, tcc, etc.

churasco

Enquanto conversavam, Uni segurava a mão da Zy e eu pensei: “Opa, espera ai, aceitei esse negócio, mas ainda sou o marido dela, não vão ficar de namorico adolescente
aqui na minha frente sem que eu faça nada.” Então peguei nos cabelos da Zy enquanto acariciava suas pernas, mas ela sempre fazia eu me levantar para pedir mais alguma
coisa ou ficavam cochichando algo que eu não podia ouvir.

Depois de satisfeitos pagamos a conta e seguimos pro carro. Ao chegar no carro, pensei que era a despedida, algo como “até amanha, como combinamos”, no entanto entraram no carro e sentaram no banco de traz.

Até ali, pensei que apenas deixaria a Uni no terminal para que ela voltasse para casa. Perguntei: _ Então, pra onde?

Foi quando Zy ordenou que eu apenas dirigisse. Meu coração disparou, pensei “espera ai, não era só amanha? Não foi o combinado?” mas obedeci. Peguei a estrada e as duas já começaram a se beijar. Vi pelo retrovisor a sombra das duas naquela noite se beijando. Não dava pra ver muita coisa, apenas sombras, mas dava para perceber pelos
gemidos abafados que estavam se beijando intensamente.

Em um momento a Uni tentou ficar em cima da Zy para beijá-la melhor, foi quando fiz uma curva que quase a derrubei. Ela me xingou, mas Zy disse que estava tudo bem, que eu voltaria para a estrada, que seria uma reta pra elas aproveitarem melhor e assim eu fiz.

sombra

Estava ali dirigindo, me mantendo devagar, olhando pelo espelho, tentando ver alguma coisa, mas via apenas sombras e o som de beijos. Percebi também que já não eram beijos simples e sim amassos bem quentes, com mãos nos seios, chupões e tudo o mais e eu não poderia fazer nada além de escutar e dirigir. Uni botava a mão em meu ombro para se apoiar melhor enquanto ficava por cima da Zy, beijando, e era como se dissesse “eu to aqui pegando tua mulher”.

Ela tirou o sutiã e jogou em mim, enquanto eu via a sombra delas chupando os seios uma da outra. Mordi o sutiã de frustração, na tentativa inútil de me manter calmo. Depois de um tempo Uni chamou a atenção da Zy pelo que eu estava fazendo, ai soltei o
sutiã para que ela não brigasse e continuaram minha tortura.

Voltamos pro ponto de partida e elas se despediram, mantendo contato pelo whatsapp o tempo todo.

Como de costume, Zy perguntou se estava tudo bem, eu disse que sim, mas que aquele encontro fora do programado me pegou meio de surpresa.

No dia seguinte já estava preparado para o que vinha. A tarde recebemos a notícia que o tcc da Uni tirou nota máxima e que ela já estava com a comemoração preparada. Comentou no grupo: “ja tenho um par de seios deliciosos pra comemorar, nada melhor que um par de seios”. Zy também tinha passado no semestre da faculdade com ótimas notas e comemoraria a entrada das férias com ela, enquanto eu seria apenas o
motorista mais uma vez.

motorista

Encontramos a Uni, as duas foram pro banco de trás logo, e num instante já estavam se pegando em beijos e amassos mais vorazes que antes.

Naquele momento bateu a dúvida, se eu tinha feito a escolha certa, meu pinto sempre trancado e nem sempre com tempo pra satisfaze-la, enquanto ali no banco de trás tinha outra que parecia saber muito bem o que estava fazendo, já que apenas com amassos deixou a Zy muito excitada, pelo que vi.

Realmente, aquele dia iriam mais longe que o anterior e não deu outra: as duas já estavam sem roupa e se tocando. Mesmo sem poder ver direito, conhecia muito bem minha mulher quando tá excitada e quando goza.

Não demorou nada pra ela gozar, Uni tinha feito aquilo mais rápido do que eu conseguiria e,além de tudo, meu pau estava doendo por conta dos espinhos no meu cinto de castidade.

espinhos

Expressei minha frustração tentando parecer descontraído e a Uni respondeu numa gostosa gargalhada: “Ué? Não era essa a ideia?… Que eu fosse melhor que você?”

As duas continuaram transando no banco de trás, e Zy gozou novamente. Uni disse que estava adorando, pois a Zy não fingia orgasmo. Ela colocou seus dedos molhados com o gozo da Zy em minha boca, pra comprovar que era o cheiro e o gosto dela.

Fiquei ali cheirando e lambendo aquele gostinho que conhecia bem e meu pau doía cada vez mais, meu saco ardia, o cinto de castidade estava bem apertado e seguro. Não tinha muito o que fazer a não ser aguentar.

E elas não pararam. Uni fez a Zy gozar tanto que esguichou lubrificação, ficando espantada, surpresa, e maravilhada ao mesmo tempo, pois achava que aquilo era mito de filmes pornô.

squirt

Eu sabia que era real, pois até então era o único que tinha conseguido fazer a Zy atingir
aquele nível de orgasmo e agora tinha outra pessoa pra dividir aquele feito. Zy explicou que estava tudo bem. Na realidade, estava tudo maravilhoso pra ela. Uni ficou admirada com o fogo que da Zy e continuaram.

Numa hora não aguentei mais de curiosidade e encostei o carro pra finalmente ver o que estava acontecendo, só que dessa vez o que vi não era a Zy gozando e sim ela fazendo a Uni gozar. Elas gozaram muito, molharam o banco do carro todo com tantos orgasmos
que tiveram.

Ali a dúvida que eu tive antes, se eu tinha feito certo em aceitar as duas juntas, desapareceu e lembrei que adoro ver a Zy gozar, que me dava muito tesão ver ela
gozar e ver ela feliz em fazer a Uni gozar. Percebi que estava fazendo parte daquilo, que eu também estava fazendo a Zy gozar. Ela me tortura e me bota no cinto de castidade exatamente por isso, porque ela não vai me deixar e vou estar sempre com ela.

Zy perguntou se eu estava bem com aquilo tudo e sim… com toda certeza eu estava ótimo.

continua…